É uma média de mercado, não um compromisso contratual. Vindo 18%, a cooperativa absorve a diferença inteira e sem recurso.
Trinta por cento é média. Nós assinamos um piso.
Hoje a singular contrata uma agência que recupera, em média, 30% da carteira em doze meses e cobra 20% sobre o que recuperar — sem garantir nada. Se o resultado não vier, quem absorve é a cooperativa. A Quitta transforma esse mesmo volume em piso contratual pago em seis meses, ou compra a carteira inteira com cronograma pré-estabelecido.
OPERAÇÃO ATUAL LEVA UM ANO
PARA RECUPERAR
A cooperativa paga 20% por uma estimativa e carrega o risco sozinha.
O contrato padrão de cobrança remunera esforço, não resultado garantido. Se a recuperação vier abaixo da média, a agência não devolve nada — a diferença vira provisão no balanço da singular.
Cobrada sobre o resultado, sem contrapartida de risco. A agência não perde nada quando o resultado não aparece.
O que sobra depois de doze meses: carteira envelhecida, provisionada e ainda ocupando gestão e time da cooperativa.
Dois trilhos. Nos dois, o risco muda de lado.
A singular escolhe entre antecipar o resultado anual com piso garantido ou sair integralmente do ativo. Os dois caminhos são contratados sobre a carteira que ela já tem hoje.
Trilho A · Antecipação garantida
- Piso contratual igual ao volume que a operação atual recupera em doze meses
- Pago em seis meses, em cronograma definido no contrato
- Se recuperarmos abaixo do piso, a diferença sai do nosso resultado — não do da cooperativa
- Tudo o que superar o piso continua rendendo para a singular
- Success fee definido carteira a carteira, depois do diagnóstico
Trilho B · Compra da carteira
- Aquisição de 100% dos recebíveis, mediante acordo de carteira total
- Preço mínimo igual ao que a operação atual recuperou no ano
- Doze meses, com cronograma de pagamento pré-estabelecido em contrato
- A cooperativa baixa o ativo e encerra a gestão do estoque
- Todo o risco de recuperação passa para a Quitta
A mesma carteira, nos três cenários.
Simulação sobre uma carteira de referência de R$ 10 milhões em aberto, usando as premissas de mercado descritas acima. Serve para comparar estruturas — os números de cada singular saem do diagnóstico.
| Operação atual | Trilho A · Antecipação | Trilho B · Compra | |
|---|---|---|---|
| Volume | R$ 3,0 mi — média esperada | R$ 3,0 mi — piso garantido | R$ 3,0 mi — preço mínimo |
| Prazo | 12 meses | 6 meses | 12 meses |
| Natureza | Estimativa de esforço | Piso em contrato | Preço de compra em contrato |
| Se vier menos | A cooperativa absorve | A Quitta absorve a diferença | Não se aplica — carteira vendida |
| Acima do piso | Segue com a cooperativa | Segue com a cooperativa | Da Quitta — risco é dela |
| Estoque residual | 70% permanece no balanço | 70% segue em recuperação | Zero — ativo baixado |
| Remuneração | 20% sobre o recuperado | Success fee por carteira | Embutida no preço de compra |
| Quem carrega o risco | Cooperativa | Quitta | Quitta |
As três colunas comparam volume recuperado na mesma base. A remuneração da Quitta é definida carteira a carteira depois do diagnóstico e incide sobre o recuperado. O que muda de fato não é o preço do serviço: é quem carrega o risco, e em quanto tempo o caixa entra.
Trezentas e quarenta singulares. O mesmo contrato em cada uma.
A inadimplência de beneficiários é estrutural no Sistema, e a resposta hoje é pulverizada: cada cooperativa negocia sozinha com agências locais, sob o mesmo modelo de comissão sem garantia.
340 cooperativas com o mesmo problema
Cada singular tem carteira própria, autonomia de contratação e a mesma estrutura de contrato com agências. Uma solução padronizada resolve em escala o que hoje é renegociado caso a caso.
Soluções Corporativas já é este canal
A vertical da Faculdade Unimed existe para levar eficiência operacional e sustentabilidade financeira às cooperativas. Recuperação com piso garantido entra como solução de caixa — não como fornecedor avulso.
Padronizado no Sistema, assinado na singular
Modelo, diligência e minuta desenhados uma vez, com a Faculdade. Cada cooperativa contrata localmente sobre a própria carteira, sem passar por aprovação central.
Formato a desenhar em conjunto
Comissão por contrato originado, co-branding dentro de Soluções Corporativas ou licenciamento do modelo. É exatamente esta conversa que esta proposta abre.
Comece por uma carteira piloto.
A proposta firme depende de olhar dados reais. O caminho é curto e não exige compromisso da cooperativa antes de ver os números.
Uma singular voluntária
A Faculdade indica uma cooperativa disposta a ceder a base da carteira em aberto, sob NDA padrão.
Diagnóstico sem custo
Auditamos a recuperação atual por faixa, vintage e canal, e rodamos o modelo título a título. Prazo de cinco dias úteis.
Proposta com piso
Devolvemos baseline auditado, piso garantido e o formato de parceria para o Sistema — com números, não estimativas.
Uma carteira. Cinco dias. Um número que vai para o contrato.
Se o diagnóstico não mostrar espaço acima do resultado atual da cooperativa, não há proposta a fazer — e dizemos isso com os números na mesa.