O mercado brasileiro de cessão de carteiras cresce cerca de 30% ao ano (Deloitte) — concentrado em grandes credores, longe da base dos CRMs.
Carteira parada era prejuízo. Agora é uma linha de receita do seu CRM.
O seu sistema é o ponto de máxima informação sobre carteiras inadimplidas: aging, perfil do pagador e histórico de acionamento e pagamento, título a título. A Quitta pluga uma boca de compra nessa base — seu cliente autoriza o acesso, recebe um preço para cada título e escolhe o que quer vender. O CRM recebe um fee de originação de 3–5% por deal fechado, sem desenvolver nada.
FEE PAGO AO CRM NO
FECHAMENTO DE CADA DEAL
O mercado secundário não chega até os seus clientes.
Carteiras de credores médios e assessorias regionais não têm porta de saída organizada: quase nada desse estoque chega ao mercado de cessão. A porta é o sistema onde a carteira já vive — o seu.
R$ 540 bi em dívidas de pessoas físicas e R$ 213 bi de empresas (Serasa). A maior parte envelhece no balanço, sem comprador.
Com o histórico de acionamento que já está no CRM, a diligência que levaria semanas vira leitura de dados: proposta em cinco dias úteis.
Um preço para cada título. A escolha é do vendedor.
O seu cliente autoriza o acesso à base e recebe a carteira avaliada título a título. Ele escolhe quais títulos vende — um a um ou em portfólio — e a proposta de compra volta sobre essa seleção.
O preço, título a título
- Score individual por título: aging, perfil do pagador e histórico de acionamento e pagamento — dados que já vivem no CRM
- Preço unitário por título e preço agregado do portfólio: o vendedor enxerga os dois
- O deságio reflete a curva esperada de recuperação de cada título, não uma média da carteira
- Proposta em até 5 dias úteis após o acesso autorizado
A venda, no formato do vendedor
- O cliente escolhe quais títulos vende — a seleção dele define o portfólio da proposta
- Cessão definitiva nos arts. 286–298 do Código Civil, com notificação do devedor
- O credor baixa o ativo, limpa a PECLD e encerra a gestão do estoque vendido
- A assessoria monetiza safras que devolveria — e pode ser retida como operadora
Os números de um deal típico.
A mesma carteira de referência, vendida de dois jeitos: uma seleção de títulos escolhida pelo vendedor ou a safra integral. Premissas conservadoras — os números de cada deal saem do diagnóstico.
| Venda por seleção | Portfólio integral | |
|---|---|---|
| O que vai à venda | Títulos escolhidos pelo vendedor — R$ 2,4 mi de face | A safra inteira — R$ 10 mi de face |
| Precificação | Preço unitário por título, somado na seleção | O mesmo score por título, agregado no bloco |
| Recuperação esperada | 18% em 36 meses — seleção concentra scores altos | 12% em 36 meses |
| Preço indicativo | R$ 216 mil — 9% do face vendido | R$ 500 mil — 5% do valor de face |
| Fee do CRM (4%) | R$ 8,6 mil no fechamento | R$ 20 mil no fechamento |
| Risco de quem vende | Nenhum — cessão definitiva, preço à vista | Nenhum — cessão definitiva, preço à vista |
| Risco da Quitta | Curva de recuperação abaixo da esperada | Curva de recuperação abaixo da esperada |
Os dois formatos saem do mesmo score — vender uma seleção menor de títulos melhores ou a safra inteira é decisão do vendedor, com preço transparente nos dois casos. O fee de originação fica na faixa de 3–5% do preço de aquisição, com bônus de recorrência para deals subsequentes do mesmo cliente — simples de apurar e sem expor o CRM a risco de crédito. Deságios variam por segmento, safra e qualidade documental; o diagnóstico devolve o número de cada carteira.
Cada lado ganha — e o dado só anda com autorização.
O CRM distribui, o cliente autoriza e a Quitta executa. Nenhum lead se perde: carteira que não é elegível para compra segue para o modelo de recuperação por performance.
Uma linha de receita sem uma linha de código
O piloto começa com um export padronizado e um acordo de indicação — sem integração profunda, sem roadmap ocupado. Fee de 3–5% por deal fechado, com bônus de recorrência. White-label do botão de liquidez é conversa para depois do volume.
Caixa sobre o estoque que não performa
O credor limpa o contas a receber e a PECLD; a assessoria monetiza safras já escoadas e pode operar a carteira adquirida. A mensagem é "monetize o que você já desistiu de cobrar" — nunca "venda a sua operação".
Diagnóstico, preço e execução
Score título a título, proposta em cinco dias úteis, contrato de cessão, notificação do devedor e servicing nos dois trilhos — extrajudicial e judicial. Cada resultado real realimenta a precificação do próximo deal.
O dado é do credor — e só sai com opt-in
O CRM atua como operador: a transferência só acontece mediante instrução do controlador, sob NDA e com base legal documentada. O fluxo de autorização já é o desenho do diagnóstico Quitta — entra explícito no contrato de parceria.
Três passos entre a oferta e o fee.
A esteira é a mesma do diagnóstico Quitta — a diferença é que a entrada de dados vem do CRM, autorizada pelo cliente, e não de upload manual.
Autorização
O CRM apresenta a oferta na base — in-product, e-mail ou evento. O cliente interessado autoriza o acesso à carteira sob NDA, via export padronizado.
Score e seleção
Cada título recebe score e preço — por aging, pagador e histórico. O vendedor vê o preço unitário e o do portfólio, e escolhe o que vende.
Proposta e fechamento
Proposta firme sobre a seleção em até cinco dias úteis. Cessão, transferência de titularidade e servicing pela Quitta; o fee do CRM é pago no fechamento.
Um export, um acordo de indicação, noventa dias.
O piloto não exige integração nem desenvolvimento: um export padronizado da primeira carteira autorizada e um acordo de indicação com fee definido. Em noventa dias, o primeiro deal fecha — ou os números mostram por que não. Nas duas hipóteses, com dados na mesa.